Ação Estratégica Comunicação e Marketing
Assessoria de Imprensa Agronegócio
Estudo: Inteligência Artificial no Agronegócio
A transformação digital no campo avança, mas a adoção da inteligência artificial ainda encontra barreiras estruturais. É o que revela a pesquisa inédita “Inteligência Artificial no Agronegócio”, realizada pela Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio entre fevereiro e abril de 2025, com a participação de 197 profissionais do setor (incluindo agroindústrias, cooperativas e propriedades rurais).
O estudo mapeou o cenário atual da tecnologia nas cadeias produtivas e aponta os principais gargalos e oportunidades para o ecossistema agropecuário brasileiro.
Panorama: A IA no Agronegócio Brasileiro
De acordo com os dados levantados pela pesquisa da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio, o atual estágio de utilização da inteligência artificial pelas empresas do setor é o seguinte:

“Apesar de o nosso agronegócio estar vivenciando uma crescente sucessão familiar, o que impulsiona a aquisição de novas tecnologias, há ainda um momento de aprendizado e de análise criteriosa em relação à efetiva adoção da inteligência artificial”, explica Rodrigo Capella, diretor-geral da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio.
Segundo o estudo, os principais entraves apontados pelo mercado são:
• Custos de implementação e infraestrutura.
• Desconhecimento prático sobre as aplicações.
• Confiabilidade das informações geradas pelos algoritmos.
Para que serve a IA no Agronegócio? (Relevância e Utilidade)
O estudo aprofundou-se em como o setor enxerga o valor estratégico da inteligência artificial no dia a dia da gestão.

“Muitas empresas começaram a perceber que a inteligência artificial tem a habilidade de oferecer, de forma rápida, um conjunto padronizado de informações, que se bem analisado, poderá auxiliar as empresas de agronegócio a decidirem a melhor rota”, aponta Capella.
Principais Utilidades Práticas Identificadas:
• Agricultura de Precisão: Análise de temperatura de folhas para verificação hídrica e eliminação automatizada de ervas daninhas com maquinário adequado.
• Gestão de Safras: Contribuição direta para a mensuração de safras, otimização da produção e redução de custos operacionais.
• Logística: Otimização de fluxos e operações logísticas.
• Pecuária de Alta Performance: Geração de dados de conforto térmico, acompanhamento de desenvolvimento (crescimento e peso) e monitoramento de níveis de estresse em aves e suínos.
Quando questionados sobre a principal função da IA para o agronegócio, os profissionais dividiram-se nos pilares de maior volatilidade do setor:

“A inteligência artificial consiste em padrões que geram conhecimento. Nós definimos os padrões (passado) e ela transforma esse cenário em possibilidades (presente e futuro), o que ajuda, por exemplo, a analisar mercados, amenizar mudanças climáticas e prever preços”, conclui Capella.
Segundo o estudo da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio, apenas 32% das organizações (agroindústrias, cooperativas e propriedades rurais) utilizam a IA. A maior parte (56%) ainda não aplica a tecnologia e 12% não souberam informar.
Os dados levantados pela Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio apontam três grandes entraves estruturais: os custos de implementação e infraestrutura, o desconhecimento prático sobre as aplicações e a confiabilidade das informações geradas pelos algoritmos.
A pesquisa da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio mostra que o setor valoriza a IA como suporte estratégico: 47% dos entrevistados afirmam que ela apoia a tomada de decisão e 23% indicam que ela mostra novas oportunidades de mercado.
De acordo com a Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio, o mercado prioriza os pilares de maior volatilidade: 53% apontam a análise de mercados como a função principal, enquanto 38% focam em amenizar adversidades climáticas.
O mapeamento da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio identificou utilidades como a agricultura de precisão (verificação hídrica e eliminação de ervas daninhas), gestão e mensuração de safras, otimização logística e pecuária de alta performance (monitoramento de peso, estresse e conforto térmico de aves e suínos).